Filipa Almeida

Porquê a SDDH?

Quando decidi entrar para a Secção de Defesa dos Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra (SDDH/AAC) já sabia que sozinha não ia mudar o mundo. No entanto, queria fazer parte da diferença e já tinha interesse pela área dos Direitos Humanos. Eu soube desde cedo que queria juntar-me a uns tantos milhares de pessoas que lutam todos os dias para tornar o mundo num sítio melhor, mais sustentável, mais equilibrado, mais justo, mais fraterno… mais Humano.

Entrei para a SDDH/AAC em 2011, quando estava no final do meu primeiro ano de licenciatura. Por um lado, porque já tinha esta sede de fazer a diferença e, por outro, porque queria que o meu percurso académico fosse mais do que tirar um curso. Queria adquirir outras competências, aprender mais sobre Direitos Humanos e conhecer pessoas de outras áreas diferentes da minha área de formação.

Costumo dizer que a SDDH/AAC é o meu “cantinho na AAC”, porque foi nesta secção que encontrei um sítio à minha medida. E porquê? Porque esta é uma secção construída por jovens, onde pudemos debater sobre temas de Direitos Humanos, pôr “mãos à obra” num dos vários projetos criados e desenvolvidos por membros da SDHH (sim, tu podes criar um projeto na área dos Direitos Humanos!). E, no entretanto, fazer amigos para a vida e adquirir competências que dificilmente iríamos ter se fossemos apenas tirar o curso.

Fui durante 5 anos, entre 2011 e 2016, sócia ativa da SDDH/AAC. Ao longo deste tempo pude fazer parte de vários projetos e desempenhar vários cargos. Dediquei-me durante boa parte deste tempo a um projeto pouco provável, mas que me cativou desde o início: a newsletter da SDDH/AAC. Fui colaboradora deste projeto e, depois, coordenadora do mesmo durante 3 anos. Fui também membro do departamento de comunicação e imagem e membro da direção onde desempenhei os cargos de secretária de direção, vice-presidente e presidente da mesa de plenário. Para além disso, participei em muitos outros projetos, desde o projeto Queima das Fitas (onde temos a famosa “barraquinha dos chupa-chupas”), o projeto das Tertúlias, as Jornadas Universitárias de Direitos Humanos (JUDH), etc.

Senti que este meu percurso na SDDH/AAC valeu muito, mas mesmo muito a pena. Foi uma enorme escola onde aprendi a trabalhar em equipa, a coordenar recursos e pessoas, onde aprendi a divulgar informação e a publicitar o que fazíamos. Aprendi a fazer coisas tão diversas comO fazer atas, comunicados de imprensa, trabalhar com plataformas online que não conhecia, soube o que não pode faltar num cartaz, bem como o que envolve a organização de um evento. Aqui senti que me tinha tornado uma pessoa melhor e que fazer parte da diferença está ao alcance de qualquer um, basta querer.

Filipa Almeida

 


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