Youth(work) – and the Erasmus Experience – without Borders

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Circulize, people! Circulize!

Tendo já participado em mais de 3 projetos Erasmus+ (4!), posso dizer que sempre que decido entrar num, vou sempre com o mesmo mindset. “Vou só porque preciso de sair… Desta vez vou tentar não me abrir tanto às pessoas, já tenho amigos que chegue lá fora… Este é o último! Não tenho tempo para mais nenhum no futuro!”

E eis que me deparo na Croácia… E, mais uma vez, o tiro sai-me pela culatra.

Nos dias 10 a 18 de Setembro, fiz parte da equipa de Portugal, representando através da Akto: Direitos Humanos e Democracia e da Secção de Defesa dos Direitos Humanos da Associação Académica de Coimbra, no Training CourseYouth(work) without Borders” em Nova Gradiska. Incluindo participantes de várias idades, provenientes de vários países da Europa como Portugal, Croácia, Espanha, Itália, Roménia, Grécia, Chipre, Lituânia e Eslovénia e um brasileiro, o TC discutiu técnicas de ensino não-formal e as suas aplicações, incluindo ferramentas de aplicação no ensino de Direitos Humanos.

Qualquer expectativa que tivéssemos ao entrar naquela sala, foi rapidamente substituída por entusiasmo. Qualquer dúvida, por um sentimento de que é ali que deves estar, e que qualquer momento, conversa ou exercício é fundamental trazeres de volta, arregaçares as mangas e fazer mais. Ainda mais do que aquilo que achavas que alguma vez terias com este TC.

Uma semana depois de terminar este Training Course, é impossível escrever ou falar sobre ele, sem esboçar um sorriso, ou lembrar-me dos risos maléficos (thank you, Evelina…), ou dos ciúmes da Andra (Ducu!!… don’t get pregnant…), ou dos miaus, ou começar a trautear “Train Me! Train me, my friend!”, ou… estão a ver? É impossível parar.

Mais do que um YouthPass. Mais do que todas as competências, conhecimentos e técnicas que a Nina, a Desiree e o Paolo tão inspiradamente nos passaram (de novo… MUITO OBRIGADO!), e que todos nós, participantes, vamos aplicar no terreno, engrandecendo a nossa bagagem multi-disciplinar para ajudar as nossas comunidades. Mais do que todo o networking feito ao longo desta semana (ou devo dizer, 84 anos?), que criou mais que parceiros de trabalho, mas também amigos e companheiros. Mais do que uma semana de diversão e companheirismo. Foi um abrir de olhos, uma certeza, que nos fez sentir realizados e esperançados, que o futuro, por mais estranho e assustador que possa parecer, pode, e deve, ser teu.

E vemo-nos em Abril!

P.S. Continuo a nomear a Despina como a assassina.

 

Gil Cancela


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